segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
....................O P I N I Ã O....................... (Texto escrito em 09/05/2011)
A quem
interessar... BIN LADEN ESTÁ MORTO
José Ricardo Guimarães
A quem interessaria a morte de Bin Laden? A todo mundo!
- É a primeira resposta que vem à cabeça; mas... será?
Melhor rever os últimos acontecimentos:
(a)Em junho de 2010 é descoberta nas montanhas afegãs, que
servem de esconderijo aos terroristas, reserva mineral de US$ 1 trilhão;
(b)O mundo Árabe vive em polvorosa pelas revoltas
populares e;
(c) em abril, próximo passado, fugiram mais de 480
presos de um presídio do Alfeganistão, a maioria, pertencente ao Talebam - agora,
morre Bin Laden - Será coincidência?
Em uma reflexão mais apurada, pode-se deduzir que
somente ao Bin Laden interessaria a própria morte - vivia acompanhado de um
guarda costa com ordens de não deixa-lo vivo caso o apanhassem.
Diante disto, vizualiza-se pelo menos três opções:
A primeira é um (im)possível acordo com os Estados
Unidos: Forja-se a morte do Fugitivo, acaba-se a guerra e assim pode-se
explorar as montanhas de Lítio existente no território ocupado pelos
terroristas. Provavelmente a guerra iria acabar um dia, mas... Quando? - A
União Soviética lutou por anos e anos e acabou derrotada. US$1 trilhão em
minério, talvez, não pudesse esperar.
A segunda - Bin Laden se matou para não ser preso. Isto
o deixaria como herói aos olhos dos que o seguiam, pois, teria morrido para
não se entregar aos “Cães Imperialistas”. - Melhor dizer que “ele estava
desarmado”, que foi morto por um soldado americano e dar sumiço no corpo para
evitar uma perícia que poderia comprovar o suicídio.
A terceira e a mais provável: ele continua vivo nas
mãos dos Americanos que irão arrancar dele, a qualquer preço, as informações
que precisam para acabar com a guerra e expulsar todos os beligerantes que se
encontram naquelas ricas montanhas. Dizer que ele morreu evita muitas
explicações inclusive sobre “Direitos
Humanos”.
Alguém poderia perguntar: e as revoltas populares? E os
prisioneiros que fugiram? – As revoltas serviriam de “cortina de fumaça” para
a operação de capitura e remoção ou para dificultar que o Bin Laden recebesse
ajuda externa, forçando-o a negociar. E, a fuga dos Talebans... uma
recompensa por uma possível traição.
Provavelmente, independente de qual for, a verdade
nunca virá à luz, pois, dos interessados só se ouvirá:
BIN LADEN
MORTO
ESTÁ!
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Hoje eu senti na pele
José R. Guimarães
Hoje eu senti na
pele como se tem a tendência de culpar outros por aquilo que não se consegue
realizar.
Há algum tempo
atrás em minhas caminhadas diária no entorno do lago do Museu Mariano Procópio
eu fazia o percurso em, aproximadamente, 60 minutos, compreendendo 8 voltas, ou
seja, em média, duas voltas a cada 15 minutos.
No local existem
algumas passagens, mais estreitas, onde só podem passar, no máximo, duas
pessoas lado a lado e é muito comum encontrarmos, nestes estreitamentos, casais
de idosos e por isto somos obrigados a diminuir o ritmo nestas passagens.
Existem também grupos de alunos com suas professoras que, quando param para
ouvir as explicações da mestra, juntam-se como formigas no açúcar, ocupando até
espaços mais largos, nos obrigando a mudar o traçado de nossa caminhada e,
pedindo licença, passarmos pelo cantinho.
De uns tempos
para cá resolvi aumentar o percurso, passando a dar 10 voltas que, pelos meus
cálculos, deveriam levar 1 hora e 15 minutos, mas, ao invés disto, passei a
gastar 1 hora e 20 minutos. Nada mais lógico, pois, aumentando o percurso e o
tempo, as chances de encontrar idosos em lugares estreitos e crianças em
qualquer lugar, aumentam consideravelmente.
Mas, na caminhada
de hoje, aconteceu algo inusitado. Logo que cheguei notei um movimento maior
que o normal: vários casais de idosos e um punhado de crianças e, lógico, os
atropelos começaram mais cedo.
Ao completar a
quarta volta notei que havia feito o percurso, apesar dos percalços
(desculpem-me o trocadilho), em 30 minutos, isto é, eu tinha caminhado duas
voltas a cada 15 minutos. Resolvi, então, averiguar o que estava acontecendo e
comecei a prestar atenção ao meu ritmo de caminhada - procurei manter o ritmo,
tentando não amolecer e cheguei ao final da 10ª volta em 1 hora e 15 minutos.
Moral da história: hoje, percebi que não são alguns
momentos “perdidos” com idosos, crianças ou outras pessoas quaisquer, que nos
atrapalham na busca de nosso objetivo e sim a nossa vontade de culpar alguém
por nossos fracassos - No máximo bastaria darmos uma corridinha, não é?
quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
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